sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

A caixa 😬 "Tchan, nan, nan"

Episódio de hoje🕵️                                                                Finalmente conseguimos abrir a caixa preta do BNDS, taokei 👉 😂                                                                                                         Sempre antenados com o que rola no Brasil, informações, política, análise, opinião, tecnologia e a repercussão dos principais noticiários com o olhar apurado e a irreverência de toda a equipe Amigos da Ursal ✊🐻

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Lá vem a teoria da consPIRAÇÃO 🤣🤣🤣

Episódio de hoje, "Tem que vê isso daí, taokei 😂😂😂".                                                                                                                                     Sempre antenados com o que rola no Brasil, informações, política, análise, opinião, tecnologia e a repercussão dos principais noticiários com o olhar apurado e a irreverência de toda a equipe Amigos da Ursal ✊🐻.

domingo, 26 de janeiro de 2020

A nova velha política de alfabetização do Governo Bolsonaro

Por Viviane Ester de Barros

Recentemente, o presidente fez uma crítica às políticas de alfabetização das administrações anteriores. Declarou que livros didáticos têm muita coisa escrita e que cartilha boa era a Caminho suave, insinuando que as crianças não aprendem em consequência dos métodos utilizados nas escolas. Essa é uma análise simplória, que vai ao encontro do senso comum, e precisa ser analisada à luz dos movimentos de inclusões diversas nas últimas décadas.
Historicamente, a dificuldade na alfabetização de alunos nas escolas públicas transitava pela questão dos métodos, que são muitos.
Alguns deles partem de unidades sonoras mais simples, para construções mais complexas: fonema, sílaba, palavra, frases e orações. Estes foram os mais usados.
Outros partem do princípio de que a compreensão dos sentidos e finalidades do texto são essenciais para que o educando seja efetivamente um leitor. Com base nisso, a decodificação das unidades mais simples é paralelamente trabalhada ao entendimento do texto como mensagem, abrangendo diferentes gêneros textuais, o estudo das finalidades de cada gênero, os usos e sua relação com a realidade, tendo como objetivo as práticas sociais da leitura e da escrita. Todo este processo é chamado de letramento. Inclui não só a decodificação (o tal processo b+a faz ba), como a leitura no sentido mais amplo (conseguir executar uma receita pela compreensão das partes deste gênero textual).
Os métodos que partem das unidades menores ensinam uma técnica de decodificação. Os que partem do contexto abrem horizontes para que alunos e alunas utilizem a técnica para suas vivências.
Você pode, então, pensar que isso é óbvio. Não. Não é.
Quando as crianças (vou me ater à escolarização na idade adequada) têm modelos leitores, elas têm mais noção das práticas sociais, porém lidamos com várias que não vivem em ambientes que proporcionem experiências leitoras nem têm famílias escolarizadas. Isso significa que compreender o papel social da escrita demanda acessar diversos modelos desta prática.
Os métodos que consideram a função social da escrita são científicos, partiram de estudos linguísticos e da epistemologia (estudos que procuram os caminhos de como aprendemos). Para a aquisição da leitura e da escrita, o termo é psicogênese da língua escrita. Não é coisa de amadores. Temos cientistas que estudaram muitos anos para chegarmos a essa práxis.
O grande nó na prática pedagógica é que o fazer docente precisa de acompanhamento, para garantir que as intervenções no processo da aprendizagem sejam efetivas. Professores precisam saber em que fase da compreensão do sistema 
a criança está e oferecer a ela ferramentas para que prossiga na compreensão do sistema. Não há prescrição predeterminada e as escolhas dos professores e das professoras devem ser cirúrgicas: como, quais textos devo selecionar, de que meios preciso dispor para que as crianças percebam regularidades, etc.
Acreditamos que oferecer frases do tipo: O BEBÊ BABA, O BOI DÁ LEITE, OLAVO VIU A UVA não contribuirá em nada para que a leitura e a escrita possam realmente transformar e oferecer motivação para que discentes caminhem para a leitura do mundo, condição tão essencial para a emancipação de cada brasileiro.

OS MOVIMENTOS SOCIAIS SÃO IMPORTANTES ATÉ QUE PONTO?

Por Fernando de Noronha

Eu apoio os movimentos sociais das minorias, como os movimentos trabalhistas, o feminismo, o movimento anti-racismo, a causa dos gays, indígenas, etc. Acho importante a organização desses grupos para lutarem por seus interesses comuns. Eu mesmo participo das greves da empresa onde trabalho para lutar por melhores condições para a minha categoria. Eu acho que esses movimentos têm o potencial de trazer melhoria de vida para seus grupos, porém, apenas até certo ponto. Eles estão longe de nos trazer o mundo ideal.

Pra início de conversa, essas minorias não são meras vítimas. Elas não são constituídas só de pessoas honestas e justas que só padecem injustiças a cada mal que sofrem de seus opressores. Pelo contrário: via de regra, opressores e oprimidos são quase igualmente perversos. O que se pode dizer com isso é que os oprimidos já estão como que pagando pelos seus erros, enquanto que os opressores, via de regra, não o estão. É verdade, por exemplo, que muitos trabalhadores sacaneiam seus patrões, muitas mulheres sacaneiam os homens, muitos índios sacaneiam a sociedade civil, e por aí vai. O que dizer, ainda, do crime organizado, que hoje fatura rios de dinheiro assolando a sociedade civil e foi formado pelos excluídos do sistema brasileiro, os quais, em sua grande maioria, são negros?

Portanto, por mais que os movimentos sociais sejam importantes, não se pode tratar os oprimidos e excluídos como meras vítimas de injustiças sociais. Não dá pra aplicar o vitimismo a eles. Não é por isso, também, que a opressão a quaisquer desses grupos deixa de ser injustiça digna de todo repúdio e de ser veementemente combatida, mas enquanto o vírus da maldade estiver no sangue de todo ser humano, a humanidade jamais deixará de ser conflituosa. Enquanto os seres humanos precisarem de conflitos e guerras para conquistar direitos ou até privilégios, nunca teremos verdadeira qualidade de vida.

É importante ressaltar, também, que o poder corporativo dominante sempre tentou comprar esses movimentos sociais e pervertê-los, e ele tem tido sucesso nisto. No caso dos movimentos trabalhistas, por exemplo, muitos sindicatos se venderam e quase todos os trabalhadores se deixaram seduzir pelo sonho capitalista de prosperar pelo trabalho duro, os quais são sonhos individualistas que destroem a consciência de classe dos trabalhadores. No caso do movimento feminista, eu o vejo como tendo sido totalmente comprado pelos grandes capitalistas. Não dá pra assistir os grandes telejornais e não perceber que a mídia defende os mesmos interesses defendidos pelo feminismo. Um fato importante sobre o feminismo é que, à medida em que as mulheres vão ganhando espaço de destaque na sociedade, elas também vão adquirindo uma sobrecarga visivelmente maior do que a dos homens, isso em função da maternidade.

O ser humano só vai ter verdadeira qualidade de vida quando desenvolver as virtudes necessárias para uma convivência pacífica entre as várias partes da sociedade. Mas esta utopia parece cada vez mais distante. De qualquer forma, considero o desenvolvimento das virtudes muito mais importante do que os movimentos sociais que lutam por direitos, pois esse processo, embora pareça estar longe de alcançar todos os seres humanos, pelo menos tem o poder de trazer paz ao indivíduo que se torna cada vez mais virtuoso.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

É pelo Brasil ou pela Ironia 🤣✊🏽

Uma frase pra eles, "O PT era melhor" Uma curiosidade "Quando vão pedir cidadania nos EUA?"  Um desejo" que lutem no Irã por democracia" 🤣🤣🤣🤣

TOPTREND dos Amigos da Ursal

OS PROBLEMAS DAS PRIVATIZAÇÕES, ESPECIALMENTE A DOS CORREIOS

 Texto atualizado em 12/09/219  as 15:02 “Privatiza que a qualidade do serviço prestado vai melhorar”, é o que dizem os defensores da priv...